Bem bacana este post sobre respiração.
Respirar é o primeiro movimento que executamos em nossas vidas. O ato nos trás a consciência deste mundo e a partir deste momento não conseguimos ficar sequer por alguns minutos sem este movimento.
Um grupo de nervos do chamado sistema nervoso autônomo, que rege nossas funções vitais involuntárias, comunica os pulmões a um centro de controle que fica na base do crânio. Essa central programa a força e a velocidade da respiração de acordo com os estímulos que recebe dos nervos
Segundo os estudos mais recentes, a respiração, apesar de acontecer espontaneamente, pode ser alterada pelo próprio indivíduo, afeta a atividade do sistema nervoso autônomo. Da mesma maneira que o padrão respiratório pode desencadear uma crise de pânico, ele é capaz de impactar positivamente na saúde.

Juliana Romantini

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Respirar é o primeiro movimento que executamos em nossas vidas. O ato nos trás a consciência deste mundo e a partir deste momento não conseguimos ficar sequer por alguns minutos sem este movimento.
Um grupo de nervos do chamado sistema nervoso autônomo, que rege nossas funções vitais involuntárias, comunica os pulmões a um centro de controle que fica na base do crânio. Essa central programa a força e a velocidade da respiração de acordo com os estímulos que recebe dos nervos
Segundo os estudos mais recentes, a respiração, apesar de acontecer espontaneamente, pode ser alterada pelo próprio indivíduo, afeta a atividade do sistema nervoso autônomo. Da mesma maneira que o padrão respiratório pode desencadear uma crise de pânico, ele é capaz de impactar positivamente na saúde.
Exercícios diários orientados ajudam a amenizar a dor, reduzir a ansiedade e a pressão arterial.
Nos próximos posts vou passar alguns destes exercícios. Mas…

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Muito bom este post da Juliana sobre Pedalar. Recomendadíssimo.
Seja para dar adeus às gordurinhas, cuidar da saúde ou adotar um meio de transporte sustentável, não faltam motivos para você curtir ótimos momentos sobre duas rodas. Fique por dentro dos benefícios das pedaladas e tire sua bicicleta agora mesmo da garagem!

Juliana Romantini

Pedalar...

Abaixo uma matéria que contribui para o site M de Mulher:

Seja para dar adeus às gordurinhas, cuidar da saúde ou adotar um meio de transporte sustentável, não faltam motivos para você curtir ótimos momentos sobre duas rodas. Fique por dentro dos benefícios das pedaladas e tire sua bicicleta agora mesmo da garagem!

1- É superdivertido: Você faz atividade física enquanto vê a paisagem passar, sentindo o vento no rosto. Uma delícia! E nos fins de semana, pode aproveitar o contato com a natureza, seja em passeios nos parques ou em trilhas emocionantes, na companhia dos amigos. “Já quem adota a bicicleta estacionária, o famoso spinning, pode praticar o exercício com muito som, luzes e animação”, comenta Juliana Romantini, professora da academia Companhia Athletica Anália Franco.

2- Os riscos de lesões são mínimos: É uma atividade sem impacto e oferece poucos riscos de lesões nas articulações. Por isso, é uma…

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Resíduos Sólidos continuam em debate – acesse o Jornal do CNMA do MMA sobre os RSU

Com o objetivo de mobilizar e sensibilizar a população para o tema dos resíduos sólidos, o Ministério do Meio Ambiente iniciou a distribuição de 500 mil exemplares do jornal que traz as principais informações sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA). Esta quarta edição trará a discussão e implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tem como um dos focos a meta de acabar com os lixões até 2014. Mais da metade dos municípios do Brasil ainda esses precários depósitos a céu aberto. São 2.906 unidades que devem ser fechadas até 2014, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

“Queremos criar um clima de mobilização da sociedade em torno da conferência para que a sociedade se aproprie dos instrumentos da política e ajude a melhorar a gestão dos resíduos sólidos”, afirma o diretor de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Geraldo Vitor de Abreu. A expectativa é de que 200 mil pessoas possam participar presencialmente das conferências municipais, regionais, estaduais e da nacional. “Temos essa expectativa, pois o tema dessa conferência é peculiar, bem próximo à população”, explica.

O objetivo é construir as soluções para evitar o desperdício, reduzindo a produção de lixo nas cidades, com a participação de todas as partes envolvidas na questão. Um exemplo de atitude que a população pode tomar é organizar junto ao condomínio, bairro ou empresa uma ação para tratar a gestão dos resíduos sólidos de forma responsável, como a coleta seletiva. Apenas 14% dos municípios brasileiros realizam a coleta seletiva de lixo.

VOX POPULI

As etapas locais, além das conferências livres e virtuais, representam um espaço para o governo ouvir a população. Na etapa nacional todos os resultados das conferências locais serão discutidos pelos representantes eleitos. Em janeiro já começam as conferências livres (podem ser convocadas por associações comunitárias, síndicos ou moradores interessados) e virtuais (podem ser convocadas por qualquer grupo de pessoas ou representações governamentais interessados no debate que será realizado através da internet, videoconferência ou outros meios de comunicação virtual).

A 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente trabalhará os assuntos de produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais e geração de emprego e renda, todos inseridos na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo a lei da política, a responsabilidade pela destinação adequada dos resíduos sólidos é compartilhada, ou seja, dos governos, empresas e toda sociedade.

DISTRIBUIÇÃO

O Ministério do Meio Ambiente enviará exemplares do jornal contendo essas e outras informações aos órgãos vinculados – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jardim Botânico do Rio de Janeiro e Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Serão enviados também para as secretarias estaduais de Meio Ambiente.

Para que esses jornais cheguem até a comunidade, estão sendo firmadas parcerias com empresas públicas e privadas para auxiliar na distribuição, tais como a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rede de postos BR e Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Confira aqui a versão on line do jornal.

 

Fonte: Ascom – MMA

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Ciclo de debates Pensando São Paulo – acesse o livro na integra.

Em 2011 foi criada, na Câmara Municipal de São Paulo, a Escola do Parlamento. Durante o ano de 2012 a Escola do Parlamento realizou em São Paulo uma série de capacitações, seminários e cursos que culminaram com o Ciclo de Debates “Pensando São Paulo”, coordenado por Roberto Eduardo Lamari, com o apoio de José Police Neto, onde 38 especialistas, divididos em 9 temas, discutiram as propostas para uma São Paulo melhor,  sendo que tive a felicidade de participar e incluir a proposta em que estou trabalhando a mais de quatro anos sobre o ressarcimento da coleta seletiva.

 

Pensando São Paulo

CIclo de Debates Pensando SP

Os temas e especialistas são:

  • Transporte e Mobilidade Pedágio Urbano
  1. Aílton Brasiliense Pires
  2. Candido Malta Campos Filho
  3. Nazareno Sposito Neto Stanislau Affonso
  4. Paulo Tarso Vilela de Resende
  • Meio Ambiente – Cidade Sustentável
  1. Iliucha Valle
  2. Ivan de Oliveira Mello
  3. Maurício Piragino
  4. Pérola Felipette Brocaneli
  5. Tamas Istvan Vero
  • Inclusão – Acessibilidade para Pessoa com Deficiência
  1. Antonino Grasso
  2. Célia Leão
  3. Mara Cristina Gabrilli
  4. Regina Helena Scripillitti Velloso
  • Habitação – Revitalização do Centro
  1. Elisabete França
  2. Kazuo Nakano
  3. Raquel Rolnik
  4. Valter Caldana
  • Saúde, Segurança e Assistência Social – Drogadição
  1. Bruno Ramos Gomes
  2. Cláudio Jerônimo da Silva
  3. Maurício Fiore
  4. Mauro Aranha de Lima
  • São Paulo, Cidade Global – Cultura, Turismo, Grandes Eventos, Investimentos e Atuação Internacional
  1. João Sette Whitaker Ferreira
  2. José Roberto Sadek
  3. Luiz Roberto Calado
  4. Milton Longobardi
  5. Nelson de Abreu Pinto
  • Educação – Indicadores de Alfabetização
  1. Alexsandro do Nascimento Santos
  2. Maria Clara Di Pierro
  3. Maria Letícia Barros Pedroso Nascimento
  4. Vanda Mendes Ribeiro
  • Gestão Participativa, Transparência e Acesso à Informação
  1. André Luiz da Silva
  2. Fernando de Souza Coelho
  3. Jorge Alberto Silva Machado
  4. Wagner Iglecias
  • Mobilidade – Propostas
  1. Dirce Bertan de Freitas
  2. Getúlio Hanashiro
  3. Lincoln Paiva
  4. Lúcio Gregori

O link para o livro na integra está no Slide share: Pensando São Paulo

 

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O SINIR – Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos está agora com site próprio

O Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos, SINIR, é um dos Instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) instituída pela Lei no. 12.305, de 2 de agosto de 2010 e regulamentada pelo Decreto no. 7.404, de 23 de dezembro de 2010. A PNRS está basicamente ancorada neste Sistema de Informações e a evolução de sua concepção envolverá o Sistema Nacional de Informações sobre Meio Ambiente (SINIMA) e o Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento Básico (SINISA), atual SNIS coordenado pelo Ministério das Cidades.
O Portal SINIR que ora é disponibilizado será dinâmico e deverá ser, em muito melhorado ao longo dos próximos dois anos (2013 e 2014). Será aprimorado tanto em forma quanto em conteúdo e deverá ser construído por todos aqueles abrangidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos: governos Federal, Estaduais e Municipais, Consórcios Públicos, Setor Privado e Sociedade Civil.
Nos anos 2013 e 2014 o MMA irá convocar todos os atores envolvidos pela PNRS para definir as informações e indicadores que serão incorporados pelo SINIR em cada tipologia de resíduos sólidos e os processos de alimentação e consulta ao Sistema.
Aqueles que quiserem contribuir para o aprimoramento do SINIR favor contatar o Fale Conosco para emitir sua opinião no site http://www.sinir.gov.br/.

sinir

 

 

 

 

 

Ao SINIR será somado o Inventário de Resíduos, ao Sistema Declaratório Anual de Resíduos Sólidos, que será preenchido e atualizado pelas indústrias, sinalizando a origem, transporte e destinação final dos resíduos. O Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos é outro instrumento da PNRS onde as pessoas jurídicas que operam com resíduos perigosos, em qualquer fase do seu gerenciamento, serão obrigadas a se cadastrar. O IBAMA será responsável por coordenar esse cadastro e já está promovendo a sua integração com o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e na sequência ao SINIR.

Para garantir essa estrutura, o Ministério do Meio Ambiente apoiará os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os respectivos órgãos executores do SISNAMA na organização das informações, no desenvolvimento dos instrumentos, na implementação e manutenção do SINIR. O MMA manterá, de forma conjunta, a infraestrutura necessária para receber, analisar, classificar, sistematizar, consolidar e divulgar dados e informações qualitativas e quantitativas sobre a gestão de resíduos sólidos. Estes entes federados disponibilizarão anualmente ao SINIR as informações necessárias sobre os resíduos sólidos sob sua esfera de competência.

O SINIR atuará sob a coordenação e articulação do Ministério do Meio Ambiente e deverá coletar e sistematizar dados relativos aos serviços públicos e privados de gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, possibilitando:

o monitoramento,
a fiscalização e
a avaliação da eficiência da gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos,
inclusive dos sistemas de logística reversa;
a avaliação dos resultados, impactos e acompanhamento das metas definidas nos planos, e
a informação à sociedade sobre as atividades da Política Nacional.
O SINIR deverá ser alimentado com informações oriundas, sobretudo, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Nos Estados o SINIR atuará de forma articulada para atender a objetivos tais como:

a) identificar as microrregiões, regiões metropolitanas e aglomerações urbanas que integram a organização, o planejamento e a execução das ações a cargo de municípios limítrofes na gestão dos resíduos sólidos

identificar e monitorar a implementação da gestão consorciada dos resíduos sólidos;
informar e monitorar sobre a demanda e a oferta de serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos na escala microrregional
b) identificar os principais fluxos de resíduos no Estado, relativos à geração e destinação;

c) controlar e monitorar as atividades de geradores de resíduos sólidos sujeitos a licenciamento ambiental e de áreas de destinação final, em particular as de disposição final;

d) monitorar tendências em relação às metas de redução, reutilização, coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos a serem alcançadas por sistema de logística e de serviços públicos de coleta seletiva;

e) monitorar tendências em relação às metas de eliminação e recuperação de lixões, associadas à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;

f) identificar e monitorar as zonas favoráveis para a localização de unidades de tratamento de resíduos sólidos ou de disposição final de rejeitos; e as áreas degradadas em razão de disposição inadequada de resíduos sólidos ou rejeitos a serem objeto de recuperação ambiental;

g) monitorar tendências em relação às metas para o aproveitamento energético dos gases gerados nas unidades de disposição final de resíduos sólidos;

h) manter atualizados e disponíveis informações completas sobre a implementação e a operacionalização de planos de gerenciamento de resíduos sólidos, a partir de sistema declaratório com periodicidade, no mínimo, anual; e;

i) manter atualizados e disponíveis informações completas sobre a implementação e a operacionalização de sistemas municipais de informações sobre resíduos sólidos.

Já nos municípios, consórcios e microrregiões os seus Sistemas de Resíduos devem refletir a sua gestão e manejo, permitindo:

a) caracterização das condições da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

b) caracterização da oferta de serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

c) caracterização da demanda de serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos tendo em vista a universalização desses serviços;

d) monitoramento da prestação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

e) avaliação a eficiência dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

f) avaliação a eficácia dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

g) avaliação dos resultados e dos impactos dos planos de resíduos sólidos;

h) comparação com padrões e indicadores de qualidade da entidade reguladora;

i) monitoramento de custos;

j) monitoramento da sustentabilidade econômico-financeira da prestação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;

k) caracterização anual dos resíduos dispostos em aterros sanitários na microrregião, para fins de monitoramento dos produtos obrigados à logística reversa;

l) monitoramento de passivos ambientais;

m) monitoramento dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos por meio de indicadores ambientais; e;

n) monitoramento de condições e tendências em relação às metas de redução, reutilização, coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos.

O Art. 71. do Decreto 7.404/10 institui o Sistema Nacional de Informações Sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos – SINIR, sob a coordenação e articulação do Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de, dentre outras:

VIII – disponibilizar periodicamente à sociedade o diagnóstico da situação dos resíduos sólidos no País, por meio do Inventário Nacional de Resíduos Sólidos; e

IX – agregar as informações sob a esfera de competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Menciona-se nos Arts. 72 e 73 que o SINIR será estruturado de modo a conter as informações fornecidas:

pelo Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos;
pelo Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais;
pelo Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental;
pelos órgãos públicos competentes para a elaboração dos planos de resíduos sólidos referidos no art. 14 da Lei no 12.305, de 2010;
pela articulação com o Sistema Nacional de Informações de Recursos Hídricos – SNIRH;
pelo integração ao Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico – SINISA, no que se refere aos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;
enfim, pela articulação com o SINIMA e pelos demais sistemas de informações integrantes do SISNAMA, para interoperabilidade entre os diversos sistemas existentes e para o estabelecimento de padrões e ontologias para as unidades de informação componentes do SINIR.
O Art. 75 diz que a coleta e sistematização de dados, a disponibilização de estatísticas e indicadores, o monitoramento e a avaliação da eficiência da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos serão realizados no âmbito do SINISA, nos termos do art. 53 da Lei no 11.445, de 2007.

§ 1o O SINIR utilizará as informações do SINISA referentes às atividades previstas no caput.

§ 2o O Ministério do Meio Ambiente e o Ministério das Cidades deverão adotar as medidas necessárias para assegurar a integração entre o SINIR e o SINISA.

No Art. 76 os dados, informações, relatórios, estudos, inventários e instrumentos equivalentes que se refiram à REGULAÇÃO ou à fiscalização dos serviços relacionados à gestão dos resíduos sólidos, bem como aos DIREITOS E DEVERES DOS USUÁRIOS E OPERADORES, serão disponibilizados pelo SINIR na rede mundial de computadores.

A União e os órgãos ou entidades a ela vinculados darão prioridade no acesso aos recursos aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios e aos consórcios públicos que mantiverem os dados e informações atualizadas no SINIR, o que será comprovado mediante a apresentação de Certidão de Regularidade emitida pelo órgão coordenador do referido sistema.

A definição do Sistema de Informações a ser adotada será o resultado da análise das demandas de informações definidas na Lei nº 12.305/10 e seu Decreto Regulamentador nº 7.404/10, e de dados e informações coletados dos sistemas afins, a partir das necessidades de informação da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, que irá embasar a tomada de decisão, permitindo projeções para eventos futuros e de indicadores de monitoramento para análise de decisões passadas, em um processo sistemático, ininterrupto quanto à coleta, tratamento, análise e disseminação da informação estratégica, viabilizando seu uso no processo decisório.

Para que os distintos sistemas e serviços conversem, se integrem e se articulem, deverão adotar obrigatoriamente os Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico, e-PING, e sempre que possível, os padrões definidos como recomendados, tais como:

O SINIMA como integrador de Sistemas de Informações no âmbito do MMA/SISNAMA;
Adoção de Arquitetura Orientada a Serviços (SOA);
Padrões de Interoperabilidade do Governo (e-PING);
Adoção de Softwares Livres e gratuitos;
Aderência à IN 04/MPOG;
Aderência aos padrões e-Ping;
Aderência aos padrões da Comissão Nacional de Cartografia – CONCAR;
Disseminação de dados ao público em geral;
Apoio tecnológico às instituições integrantes do SINIMA;
Adoção da metodologia de implantação de IDEs (infraestrutura de dados espaciais);
Refletir o Planejamento Plurianual – PPA.

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Em dez anos, matrículas na educação infantil saltam de 51,4% para 80% das crianças

Em dez anos, matrículas na educação infantil saltam de 51,4% para 80% das crianças

Akemi Nitahara  –  Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Entre os anos 2000 e 2010, o número de crianças de 4 e 5 anos de idade matriculadas em escolas ou creches passou de 51,4% para 80,1%. No grupo de até 3 anos, a proporção subiu de 9,4% para 23,5%, segundo o Censo Demográfico 2010: Resultado da Amostra – Educação e Deslocamento, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisadora do IBGE Vandeli dos Santos Guerra, houve progressos nessa área, mas a educação infantil ainda é a mais deficitária. “Já avançou bastante de 2000 para 2010. O nível de instrução está melhorando em todos os níveis, mas ainda tem muito o que avançar nessa parte da educação infantil.”

Na população de 6 a 14 anos de idade, 96,7% estavam na escola. Na faixa etária de 15 a 17 anos, a proporção cai para 83,3%. A pesquisa indica também que o nível de escolarização de um modo geral tem melhorado no país. No grupo acima de 25 anos, idade considerada suficiente para conclusão da graduação, o número de pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto caiu de 64% em 2000 para 49,3% em 2010. Com ensino médio completo passou de 12,7% para 14,7% e a proporção de pessoas com ensino superior completo passou de 6,8% para 10,8%.

O IBGE pesquisou, pela primeira vez, o número de pessoas que cursavam uma segunda graduação. Dos 6,2 milhões de alunos que estavam na faculdade em 2010, quase 700 mil já tinham um curso superior concluído, o que corresponde a 10,8%. Desses, 196,5 mil (30,1%) tinham mais de 40 anos de idade.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: Agência Brasil

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Agricultura no céu de Singapura

Agricultura no céu de Singapura

 por Kalinga Seneviratne, da IPS

colheita Agricultura no céu de Singapura

Colheita de verduras em uma das torres do Sky Green. Foto: Kalinga Seneviratne/IPS

Cidade de Singapura, Singapura, 21/12/2012 – Com cinco milhões de pessoas abarrotadas em 715 quilômetros quadrados, a diminuta República de Singapura se viu obrigada a se expandir para as alturas e construir prédios para todos seus habitantes. Agora, também se vê forçada a desenvolver um modelo de agricultura urbana vertical, e realiza experiências com hortas nos tetos dos edifícios para poder alimentar toda sua população.

Singapura só produz 7% dos alimentos que consome em seu território. Este país importa a maioria das frutas e verduras frescas dos vizinhos Malásia, Tailândia e Filipinas, bem como de lugares mais distantes, como Austrália, Nova Zelândia, Israel e Chile. O fluxo de imigrantes derivou na rápida aglomeração do horizonte, com a construção de cada vez mais torres de apartamentos. Enquanto isso, a pouca terra disponível para a agricultura desaparece de forma acelerada.

A solução para o problema veio na forma de associação público-privada, com o lançamento do que se chama “a primeira fazenda vertical”, que gira com a força da água e libera poucas emissões de dióxido de carbono para a produção de cultivos tropicais em um ambiente urbano. A iniciativa, resultado de um acordo entre a Agri-Food, a Autoridade Veterinária de Singapura (AVA) e a empresa local Sky Green, pretende popularizar técnicas de cultivo urbano que não contaminem o meio ambiente.

Com uma economia bastante sólida, que se orgulha de ter um produto interno bruto de US$ 239,7 bilhões, Singapura conta com muitos recursos. “Mas o dinheiro não serve para nada sem alimentos”, disse Jack Ng, diretor da Sky Green. “Por isso queria aproveitar meus conhecimentos de engenharia para ajudar os agricultores de Singapura a produzirem mais alimentos”, contou à IPS.

Ng criou o sistema de cultivo vertical, que chamou de “A Go-Grow” e consiste em uma série de torres de alumínio, algumas de até nove metros de altura com 38 fileiras cada uma e equipadas com tanques para as verduras. Fiel à sua filosofia sustentável, a água usada para rodar as torres é reciclada para regar os cultivos. Cada torre consome 60 watts por dia, semelhante a uma lâmpada comum.

O engenheiro sabia que, se o sistema fosse muito caro ou complicado, os agricultores não sobreviveriam. Como criou o projeto pensando nos que estão aposentados e outros presos às suas casas, tratou de criar uma dinâmica na qual “a planta vem a você, em lugar de você ir até ela”.

A torre de verduras com múltiplas camadas gira lentamente e demora oito horas para dar uma volta completa. Enquanto sobe recebe luz solar, e quando desce é irrigada graças a uma bandeja que se enche com o sistema hidráulico que ativa o sistema de rotação. Este sistema de ciclo fechado é fácil de manter e não libera gases contaminantes.

Ng explicou que, se essas torres forem colocadas nos telhados da imensa quantidade de edifícios de apartamentos, onde vive a maioria da população de Singapura, será possível oferecer um sustento para aposentados e trabalhadoras do lar, que só deverão passar algumas horas no telhado para cuidar do sistema.

As torres da Sky Green produzem três verduras muito populares neste país, nai bai, xioa bai cai e repolho chinês, que podem ser colhidas a cada 28 dias. A iniciativa já fornece à NTUC FairPrice, a maior loja de alimentos de Singapura, com cerca de 230 pontos de venda e supermercados. As verduras cultivadas em cidades custam US$ 0,20 a mais o quilo do que as variedades importadas. O gerente de compras, Tng Ah Yiam, disse ao Straits Timesque as “hortas no céu” agora podem oferecer aos clientes verduras locais de qualidade “e frescas, porque viajam menos do campo até as prateleiras”.

A Sky Green prevê fornecer duas toneladas por dia à NTUC em meados do ano que vem, quando ampliar suas hortas verticais. O projeto se baseou em uma tendência que se espalhou por Singapura há várias décadas. Desde a expansão urbana da década de 1990, Singapura tenta encontrar uma solução para a escassez de terras para cultivo tradicional com hortas nos telhados.

Numerosas instituições desenvolveram cultivos hidropônicos e aeropônicos, mas nenhum prosperou. “Havia a preocupação quanto a os telhados serem capazes, ou não, de aguentar o peso das estruturas”, disse à IPS o ex-diretor de assuntos públicos da AVA, Shih Yong Goh. Especialistas como Lee Sing Kong, diretor do Instituto Nacional de Educação e antigo defensor das “hortas no céu”, acredita que é urgente a necessidade de depender menos da importação de alimentos.

Com o aumento dos eventos climáticos extremos, incluídos “desastres naturais como inundações, que podem ter impacto na produção de alimentos, seria necessário que Singapura produzisse suas próprias verduras do ponto de vista da segurança alimentar”, opinou Kong à IPS.

Kong afirmou que atualmente trabalha no desenvolvimento de “fábricas de verduras”, prédios inteiros projetados para a produção de alimentos frescos. “Começamos a utilizar o sistema aeropônico de seis fileiras para cultivar verduras com ajuda de luz LED”, explicou. “É a fase experimental. Se o modelo funcionar, o sistema multiestantes poderia ser instalado em edifícios fechados. Isto melhorará as oportunidades da agricultura urbana”, afirmou.

Desde 2005, o governo abandonou algumas de suas dúvidas sobre a produção agrária em telhados. A Junta Nacional de Parques converteu o teto de um prédio residencial de muitos andares em uma horta para promover a agricultura urbana entre estudantes. Entretanto, a Sky Green assinou um memorando de entendimento com o instituto politécnico Temasek de Singapura.

Lee Chee Wee, diretor da Faculdade de Ciências Aplicadas, pensa que a associação com a Sky Green exporá seus estudantes ao uso da tecnologia no cultivo de verduras e fará da “agricultura moderna uma carreira muito mais atraente para os estudantes”.

 

Fonte: Envolverde/IPS

(IPS)

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Política Nacional de Resíduos Sólidos continua sendo um desafio

O estabelecimento da Lei nº 12.305, de 2 de Agosto de 2010, a qual institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, é um marco na gestão ambiental brasileira, pois dispõem uma base sólida com princípios, objetivos e diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, dando inicio a uma etapa de mudanças neste cenário.

        Porém, acredito que o problema não são as montanhas de lixo apenas, só porque alguns materiais demoram milhares de anos para se incorporarem novamente de modo equilibrado na natureza, mas também tudo o que está implicado nele enquanto o consumo, poluição e exclusão social.

Nota-se que desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos entrou em vigor a produção de lixo reciclável aumentou significativamente, isso significa mais trabalho e renda para muitos catadores e associações de catadores. Só que reciclar e colocar o material novamente na cadeia produtiva (lucrando quantas vezes for possível) não resolve o problema do lixo no planeta, é apenas uma etapa. Outra etapa é exterminar o pensamento errôneo que muitas pessoas têm que podem continuar produzindo quanto lixo quiserem sem se preocupar com as consequências, só porque este lixo vai ser reciclado e introduzido novamente na cadeia produtiva. Este pensamento é um absurdo e seria nosso fim, pois chegaria a um ponto que não seria mais possível reciclar nada porque só haveria lixo.

É claro que não há como não produzir lixo, porém é de suma importante que toda sociedade se dê conta que todos nós podemos contribuir para diminuir essa produção com atitudes como: reduzir quaisquer desperdícios, reutilizar o sempre o que for possível, para daí separar os materiais recicláveis para facilitar a coleta seletiva. Afinal, o lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira, apesar de muitos desprezarem tal esse fato.

   Acredito que talvez só seja possível obter transformações mais eficazes na gestão de resíduos sólidos quando houver um maior investimento em educação ambiental, porque assim as pessoas poderão ter acesso às informações e conhecimento, ficando muito mais fácil compreender o que se deve fazer e quais as consequências que terão caso vierem a não cumprir. Assim, possivelmente, políticas públicas como a dos resíduos sólidos, tornem-se um fator de transformação, de maneira que os e princípios constitucionais sejam realmente cumpridos possibilitando então um novo modo de vida mais sustentável buscando maior qualidade de vida.

        E através desta e das postagens anteriores coube salientarmos a importância do papel da Gestão Ambiental em diversos aspectos, enfatizando agora a Gestão dos Resíduos Sólidos e também a importância de conciliar estes à Educação Ambiental.Referências Bibliográficas

BRASIL. Lei nº 12.305, de 02 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ ato-2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso: 28 dez. 2012.

Konrad, Odorico., Calderan, Thanabi Bellenzier. A preservação ambiental na visão da política nacional dos resíduos sólidos. Disponível em: <http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9750&gt;. Acesso: 28 dez. 2012.

Política Nacional de Resíduos Sólidos. Agora é lei – Novos desafios para poder público, empresas, catadores e população. Disponível em: <http://www.cempre.org.br/download/pnrs_002.pdf&gt;. Acesso: 28 dez. 2012.
Fonte: USFM
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UE disponibiliza €1,2 bilhão para projetos inovadores de energias renováveis

Fernanda B. Mûller, do Instituto CarbonoBrasil

A Comissão Europeia divulgou nesta terça-feira (18) a lista dos 23 projetos que receberão mais de €1,2 bilhão provenientes do primeiro edital do programa NER 300, uma reserva destinada aos novos participantes do esquema europeu de comércio de emissões.

Os projetos serão cofinanciados com a renda obtida com a venda de 200 milhões de permissões de emissão do NER 300. Outros €2 bilhões exigidos pelos projetos serão aportados pelo setor privado.

“A decisão de hoje foi um marco muito significativo na política climática da União Europeia. O programa NER 300 é na verdade um mecanismo ‘Robin Hood’ que faz com que os poluidores paguem pela demonstração em larga escala de novas tecnologias de baixo carbono”, festejou a comissária de Ação Climatica Connie Hedegaard.

Os projetos aprovados incluem uma ampla gama de tecnologias para renováveis, como bioenergia (incluindo biocombustíveis avançados), energia solar concentrada, geotérmica, eólica e oceânica, além de redes inteligentes.

No total, os projetos aumentarão a produção anual de energia renovável na Europa em cerca de 10 TWh, o equivalente ao consumo anual de combustível de mais de um milhão de automóveis.

O principal objetivo é demonstrar com sucesso as tecnologias que ajudarão a aumentar substancialmente a produção de energia de fontes renováveis na União Europeia.

Nenhum projeto de captura e armazenamento de carbono (CCS, em inglês) foi agraciado com o financiamento. Os €275 milhões reservados para os projetos de CCS na primeira chamada continuam disponíveis para o segundo edital.

(Instituto CarbonoBrasil)

 

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SMA assina termos de compromisso de responsabilidade pós-consumo e resoluções sobre resíduos sólidos

Em 2013, entra em ação a segunda etapa da estratégia: o acompanhamento da logística reversa pela CETESB

Na próxima quinta-feira,20, aSecretaria do Meio Ambiente (SMA) promove a assinatura de Termos de Compromisso de Responsabilidade Pós-Consumo para os setores de baterias automotivas, de filtros de óleo lubrificante automotivo e de óleo comestível. Também na ocasião, serão assinadas duas resoluções, uma sobre a dispensa de licenciamento ambiental para  pequenas instalações de compostagem, e outra sobre fiscalização na esfera ambiental do gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde. O evento, que terá a presença do secretário Bruno Covas, será realizado no auditório August Ruschi, na SMA, às 10 horas.

 

As assinaturas dos Termos de Compromisso são resultados da resolução SMA 38, de 2 de agosto de 2011, que trata da necessidade de iniciar, do ponto de vista prático, a implantação da responsabilidade pós-consumo. A discussão de como isso será feito partiu de conversas com os setores envolvidos, iniciadas em Maio de 2011, que no presente evento tem fechado sua primeira etapa.

 

Os Termos são um instrumento previsto na Política de Resíduos Sólidos, que estabelecem compromissos do setor produtivo em implementar ações de logística reversa dos resíduos gerados após o consumo de seus produtos – dando cumprimento às Políticas Estadual e Nacional de Resíduos. Os documentos serão assinados entre o Governo do Estado, por meio da SMA e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), e representantes paulistas dos setores produtivos.

 

“Os Termos são um marco para a negociação de como implantar a responsabilidade pós-consumo, principalmente por meio da logística reversa, e gradualmente evoluir sua abrangência  no estado de São Paulo, e representam uma inovação pelo alto grau de abertura ao diálogo”, destacou Bruno Covas.

 

 

Em ação

Neste evento serão firmados três Termos, com modelos diferentes de sistemas de responsabilidade pós-consumo.  Representantes dos setores produtivos serão os responsáveis pela implementação dos sistemas, a saber.

 

Baterias automotivas – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), com adesão das empresas: Baterias CRAL, Indústrias Tudor SP de Baterias e Rondopar Energia Acumulada.

 

Óleo lubrificante automotivo – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus sistemas – automotivos e industriais (ABRAFILTRO), com adesão das empresas: Affinia Automotiva Ltda./Filtros Wix, Cummins Filtration do Brasil, Donaldson do Brasil Equipamentos Industriais, Hengst Indústria de Filtros, KSPG Automotive Brazil, Divisão Motor Service Brazil, Magneti Marelli Cofap Autopeças, Mann+Hummel Brasil, Mahle Metal Leve S.A., Parker Hannifin Indústria e Comércio (Divisão Filtros), Poli Filtro Indústria e Comércio de Peças para Autos, Sofape S/A/Filtros Tecfil/Vox, Sogefi Filtration do Brasil/ Filtros Fram, Wega Motors.

 

Óleo comestível – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), com adesão das empresas: ADM do Brasil, Bunge Alimentos S/A, Imcopa Importação Exportação e Indústria e Óleos e Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A.

 

Todos os Termos que têm sido assinados serão periodicamente revisados, e se tornarão a base para futuras ações do órgão ambiental, sendo o primeiro passo de uma estratégia que no próximo ano passará a contar com outras atividades, como o acompanhamento pela CETESB dos compromissos assumidos.

 

Histórico

Este ano já foram assinados Termos de Compromisso de Responsabilidade Pós-Consumo com nove setores produtivos paulistas:

–       Embalagens de Produtos de Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos;

–       Embalagens de Produtos de Limpeza;

–       Pilhas e baterias portáteis;

–       Embalagens de Óleo Lubrificante;

–       Embalagens de Agrotóxicos;

–       Telefonia celular;

–       Pneus;

–       Óleo Lubrificante; e

–       Óleo Comestível (que agora está sendo ampliado).

 

Resoluções

Também no evento, serão assinadas duas resoluções. Uma delas é sobre a dispensa do licenciamento ambiental para pequenas instalações de compostagem, que tem o objetivo de desburocratizar o licenciamento ambiental para este tipo de empreendimento, incluindo os minhocários, desde que atendidas certas condições técnicas.

 

Dessa forma, abrem-se as perspectivas de apoio e difusão desta alternativa de destinação final, com grande potencial tanto na destinação de resíduos gerados em sacolões, escolas e pequenos parques e hortas, como também para a educação ambiental. A assinatura desta resolução atende a uma demanda da sociedade civil, apresentada à Secretaria em evento realizado na Câmara de Vereadores de São Paulo, em agosto deste ano.

 

Já a segunda resolução trata da fiscalização na esfera ambiental do gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde, de forma a evitar que estes sejam misturados aos resíduos urbanos. A ideia é estabelecer que a fiscalização terá por base o cumprimento dos Planos de Gerenciamento destes resíduos pelos estabelecimentos geradores, principalmente no manejo, segregação, acondicionamento, identificação, coleta, transporte interno, armazenamento temporário e externo, tratamento e destinação final dos resíduos. Constam ainda as penalidades, caso haja descumprimento.

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