10 invenções criativas da história do Brasil

Tanta gente comenta que nos não somos criativos. Somos mais que criativos, somos inovadores. Veja estes exemplos de invenções brasileiras que são usadas no mundo todo.  


 



Quando falamos em invenções brasileiras, logo nos lembramos de Santos Dumont, o “pai de aviação”, mas saibam ele não é o único a usar a criatividade para criar. Abaixo temos invenções brasileiras que usamos até hoje, outras não mais, confira:

 


Cafezinho de Bolso 



Sim é possível ter um “Cafezinho de Bolso”, e é tudo descartável: xícara, coador, sachê de açúcar, colherzinha para mexer, uma lixeira e uma dose com 6 gramas de café torrado e moído, bastando apenas ter por perto a água quente. Os criadores são Adílson Sanches e Luiz Fabichak começaram a fabrica-lo em 1995. Para prepará-lo, só falta mesmo a água quente. 

 


Cartão Telefônico 

Em 1978 o engenheiro Nélson Guilherme Bardini teve a brilhante idéia de criar o cartão telefônico que é feito de PVC e com um circuito elétrico ligado a pequenas superfícies metálicas. O mesmo só teve funcionalidade mesmo no Brasil em 1992. 


Copo Americano 

Americano é só na descrição, mas após dez anos, digamos que pela primeira vez os EUA passou a vender e usar um produto exclusivo do Brasil. O “Copo Americano” foi inventado pelo designer Nadir Figueiredo em 1947. Não bastasse inventar um, hoje existem cinco tipos: dose, multiuso, long drink 300 ml, long drink 450 ml e rocks.  

 

Coração Artificial 

O engenheiro mecânico Aron de Andrade, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (SP), criou o “Coração Artifical” em 2000, onde é ligado ao coração natural e alimentado por um motor elétrico.      

 


Escorredor de Arroz 



Pode acreditar, mas uma cirurgiã-dentista criou o utensílio doméstico em 1959. O nome da inventora é Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich. A invenção teve tabmém a ajuda de seu marido,  que montou um protótipo em papel de alumínio e apresentou a invenção ao dono da Trol S/A.  

 


Painel Eletrônico 



Em 1996 no Ceará o “Painel Eletrônico” foi desenvolvido por Carlos Eduardo Lamboglia, no ano seguinte ele patenteou a criação e na Copa da França foi usada em todos os jogos. Graças ao nosso inventor, hoje quando formos aos estádios de futebol teremos resultados de outros jogos, substituições durante a partida assistida e afins. 

  


Soro Antiofídico em Pó



Em 2000, o “Soro Antiofídico em Pó” foi desenvolvido pelo veterinário Rosalvo Guidolin. Com experiência no assunto, foi contratado pelo Instituto Butantan para iniciar a produção dos medicamentos.   


Tênis Computadorizado 



Lançado pela Alpagartas em 2001, o sensor eletrônico localiza-se dentro do tênis, e neles registram-se os dados como velocidade, distância e tempo.

    


Terço Eletrônico



Em 2000 Josué Corrêa de Lacerda criou o “Terço Eletrônico” para que assim os fiéis não perdessem a conta durante a oração.  

     

Urna Eletrônica 



Na cidade de Brusque em Santa Catarina, como fase de experimento, as eleições de 1989 foram realizadas por um terminal computadorizado. O inventor da “Urna Eletrônica” era juiz eleitoral no Estado, chamado Carlos Prudêncio, contando com a ajuda de seu irmão, um empresário da área de informática. Já em 2000, todos os municípios brasileiros receberam cerca de 350 mil urnas.  


  Fonte: Você Sabia

Sobre ivanmello

Formado em Gestão de Comércio Eletrônico com MBA em Gestão de Marketing. Também fez Psicologia pela USP e Administração de Empresas pela UAM. Está cursando a pós-graduação em Gestão de meio ambiente pela Escola de Contas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. Na liderança do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo fez a gestão, acompanhamento e consultoria para os projetos de lei na Câmara Municipal de São Paulo, além da articulação junto às comissões. Diretor comercial da Kapte Consultoria e Capacitação em Ecoeficiência e coordenador e professor na FUNDACE – USP do curso “Lei Nacional de Resíduos Sólidos – Impactos na Gestão Empresarial”. Foi chefe de Gabinete do Vereador Aurélio Nomura e Vice-presidente do Instituto Zero a seis – Primeira Infância e cultura de paz, além de diretor do Projeto VACINA, desenvolvido em conjunto com a FIA-USP onde mensurou os fatores de risco e de proteção à primeira infância e executou a capacitação dos educadores em dois municípios do interior paulista. Como gestor ambiental, participa a Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente na CMSP. Como consultor socioambiental, elabora, planeja, implementa e avalia projetos e programas na área educacional, com foco no Desenvolvimento Socioambiental Sustentável, além de organizador seminários, congressos, eventos e palestras. Lidera equipes de profissionais na captação e na implantação projetos sociais, ambientais, educacionais e culturais.
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