Lavar as mãos evita inúmeras doenças

Uma das praticas que venho mantendo a alguns meses é lavar as mãos vigorasamente por no mínimo 30 segundos. Tente praticar o ato enquanto canta um “Parabens para você” mentalmente. Este é o tempo mínimo para que consigamos eliminar as toxinas e higienizar nossa pele. Parece exagero, mas não é. Experimente fazer e você se acostuma rapidamente.

Lava mão

 

O simples ato de lavar as mãos é de importância fundamental no nosso cotidiano. Higienizar as mãos frequentemente e da maneira correta é uma das principais formas de evitar inúmeras doenças. São as mãos que nos ajudam em todas as tarefas, inclusive na preparação dos nossos alimentos. Mãos sujas são o paraíso das bactérias. Diarreia, hepatite, gripe e infecções intestinais são algumas das doenças que podem ser evitadas pelo simples hábito de lavar as mãos. A água é capaz de prevenir doenças que ainda hoje causam milhões de mortes em todo o mundo.

A higiene das mãos  é tão importante que a Organização Mundial da Saúde (*) – propôs que, todo ano, no dia 5 de maio, fosse realizada uma campanha mundial divulgando a necessidade da higienização das mãos – uma forma econômica de manter a saúde, acessível a todos. É importante lavar as mãos antes e depois das refeições, após as idas ao banheiro, ao chegar da rua e depois do contato com objetos sujos como o dinheiro, por exemplo. Como tocamos com as mãos, diariamente, superfícies sujas, com inúmeros tipos de bactérias, estamos sujeitos a uma enorme quantidade de infecções. Levar as mãos sujas aos olhos, à boca ou ao nariz, pode facilmente provocar problemas de saúde.

(*) A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma agência especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e subordinada à Organização das Nações Unidas (ONU). Sua sede é em Genebra, na Suíça.

Aprenda a lavar as mãos corretamente:

  • Use água corrente e sabonete.
  • Lave bem as palmas das mãos, a parte de cima entre os dedos, debaixo das unhas e os pulsos.
  • Enxágue até eliminar toda a espuma.
  • Seque bem com toalha limpa ou papel toalha.

 

A adoção do álcool gel e das lavagens das mãos mais frequentes, durante o surto de gripe A (H1N1), fez cai­r o número de casos de outras doenças, como conjuntivite e gripe comum.

Hábito de lavar as mãos é baixo, mesmo entre profissionais de saúde

Uma pesquisa realizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mostrou que somente 1/3 dos hospitais do Brasil têm uma adesão à higiene acima de 70%. A maneira mais eficaz e barata de reduzir infecções hospitalares é a higienização frequente das mãos. Os pesquisadores da ANVISA visitaram 901 hospitais com 10 ou mais leitos de U.T.I. Em 85 deles a adesão foi maior que 70%, o que é considerado ideal. Em 130 instituições a taxa variou entre 40% e 70%.

Segundo a pesquisa, a maioria dos hospitais possui estruturas para a limpeza das mãos, como pias com sabonete e toalhas descartáveis, e em 99% dos leitos existe fornecimento contínuo de água tratada. O álcool gel está disponível apenas em 53% das unidades pesquisadas. A explicação para a baixa adesão á higienização das mãos está na falta de programas de treinamento e monitoramento dos profissionais. A pesquisa mostrou que 68% dos hospitais não têm verba para o treinamento em higienização das mãos.

De acordo com o coordenador de Infectologia Hospitalar da Sociedade Brasileira de Infectologia, Dr. Eduardo Medeiros, o treinamento permanente dos profissionais é a melhor maneira para mudar as estatísticas: “Os hospitais precisam investir em treinamento constante. Os médicos e enfermeiros são pessoas bem formadas, mas a higienização deixa a desejar, mesmo entre esses profissionais”, ele afirmou. Medeiros sugere que premiar profissionais ou áreas onde a higiene é um hábito frequente talvez seja um bom estímulo.

 

Fonte: Você Sabia

Sobre ivanmello

Formado em Gestão de Comércio Eletrônico com MBA em Gestão de Marketing. Também fez Psicologia pela USP e Administração de Empresas pela UAM. Está cursando a pós-graduação em Gestão de meio ambiente pela Escola de Contas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. Na liderança do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo fez a gestão, acompanhamento e consultoria para os projetos de lei na Câmara Municipal de São Paulo, além da articulação junto às comissões. Diretor comercial da Kapte Consultoria e Capacitação em Ecoeficiência e coordenador e professor na FUNDACE – USP do curso “Lei Nacional de Resíduos Sólidos – Impactos na Gestão Empresarial”. Foi chefe de Gabinete do Vereador Aurélio Nomura e Vice-presidente do Instituto Zero a seis – Primeira Infância e cultura de paz, além de diretor do Projeto VACINA, desenvolvido em conjunto com a FIA-USP onde mensurou os fatores de risco e de proteção à primeira infância e executou a capacitação dos educadores em dois municípios do interior paulista. Como gestor ambiental, participa a Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente na CMSP. Como consultor socioambiental, elabora, planeja, implementa e avalia projetos e programas na área educacional, com foco no Desenvolvimento Socioambiental Sustentável, além de organizador seminários, congressos, eventos e palestras. Lidera equipes de profissionais na captação e na implantação projetos sociais, ambientais, educacionais e culturais.
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